Com o compromisso de qualificar seu quadro, o EPE (Escritório de Parcerias Estratégias) mantém-se alinhado às boas práticas e incentiva a capacitação de seu corpo funcional. O ano começa com a conclusão do Curso de Modelagem Econômico-Financeira de Concessões e PPPs, promovido pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) em parceria com o Radar PPP.
Reconhecido por profissionais do setor público e privado como formação consolidada, o curso oferecido pela Fipe permitiu aos participantes compreender, analisar e aplicar os principais conceitos e ferramentas da modelagem econômico-financeira para concessões e Parcerias Público-Privadas (PPPs).
Ao longo da capacitação, os temas estudados partiram dos fundamentos da modelagem econômico-financeira e percorreram tópicos essenciais como as ferramentas de formação de preço licitatório, fluxo de caixa livre do projeto e do acionista, impactos fiscais e Value for Money, mecanismos de seleção e incentivo, noções de equilíbrio econômico-financeiro contratual e aplicação prática da modelagem em casos setoriais.
Servidores públicos de estados, municípios e Distrito Federal participaram do processo seletivo para o curso de extensão, que foi totalmente gratuito aos selecionados, com financiamento integral do Banco do Brasil. Pelo EPE, participaram Rosirene Reggiori e Felipe Miyahira, que completaram as 268 horas do programa entre junho de 2025 e fevereiro de 2026. A partir de agora, os servidores estão aptos a obter a certificação.
“Concluir essa etapa é muito mais do que adicionar uma nova qualificação ao currículo; é sentir que a ‘caixa de ferramentas’ está sendo ampliada para enfrentar os desafios do setor de infraestrutura. Quem atua com projetos de parcerias e concessões sabe que a teoria é essencial, mas é na modelagem aplicada que o jogo se decide. Ao longo da última semana, mergulhamos em um conteúdo denso e árduo, com o desenvolvimento de cases nas principais áreas objeto de contratos público-privados no país, como parques, iluminação pública, saneamento e transporte público municipal”, afirmou a coordenadora de assuntos regulatórios, Rosirene Reggiori.
O gerente administrativo, Felipe Miyahira, acrescentou sua experiência em relação a conclusão do curso. “Concluir o curso de modelagem econômico-financeira de tamanha relevância como o da FIPE consolida minha convicção de que estou no caminho certo. Sinto-me capacitado para contribuir com excelência nos projetos de concessões e PPPs planejados pelo Estado. Foram oito meses de dedicação intensa e muito esforço, que exigiram horas de estudo, muito além das aulas. A etapa final em São Paulo foi a materialização de todo esse aprendizado: quatro dias de imersão profunda, aplicando conceitos técnicos aos principais cases de infraestrutura do Brasil. Saio dessa experiência pronto para transformar conhecimento em resultados.”
Sobre como aplicar os conceitos aprendidos, Rosirene avalia que o curso tem profundidade suficiente para gerar bons resultados no dia a dia. “Levo como aprendizado que a modelagem não é apenas sobre números, mas sobre como traduzir riscos, premissas macroeconômicas e o equilíbrio econômico-financeiro em uma estrutura viável e bancável”, concluiu.
As novas ferramentas aprendidas garantem uma gestão mais eficiente e qualificada, o que se traduz em maior competência técnica e qualidade nos projetos conduzidos pelo EPE. Cada capacitação resulta em políticas públicas mais alinhadas aos interesses do cidadão, uma vez que a troca de experiências entre os diversos profissionais envolvidos amplia a competência da equipe e aproxima o EPE das diferentes realidades encontradas em todo o país.
Laine Breda, Comunicação EPE
Fotos: Divulgação/EPE





