A Parceria com a iniciativa privada realizada pelo Governo de Mato Grosso do Sul foi citada no segundo maior jornal do Brasil. O colunista da Folha de São Paulo, Mauricio Portugal Ribeiro, deu destaque ao Estado quando comentou sobre a estrutura de garantias da Parceria Público-Privada do Hospital Regional de Mato Grosso do Sul em seu artigo A revolução silenciosa de R$ 22 bilhões nas PPPs, na última edição do ano (2025).
O artigo trata da nova regulação para operações dos estados, que utilizam garantias da União, para pagamentos em contratações de parcerias público-privadas (PPPs). Portugal, cita Mato Grosso do Sul como o primeiro caso prático deste tipo de operação em andamento no Brasil.
A operação de garantia para a concretização da parceria público-privada do HRMS (Hospital Regional de Mato Grosso do Sul), faz parte da modelagem econômico-financeira realizada pelo Escritório de Parcerias Estratégicas (EPE) do governo estadual que culminou na operação de crédito contingente junto ao BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento), no valor de US$ 80 milhões (aproximadamente R$ 426 milhões).
“No caso do HRMS, o estado não precisa deixar recursos parados em conta bancária específica. O BID oferece uma garantia com classificação de risco AAA e, se o Estado não pagar a contraprestação, o banco honra o compromisso, transformando o valor automaticamente em um financiamento. Isso reduz drasticamente a percepção de risco, atrai investidores e, neste caso específico, viabilizará investimentos de R$ 954 milhões para ampliar em 60% a oferta de leitos”, explicou Mauricio Ribeiro em sua coluna.
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Procurada para comentar o destaque nacional, a secretária de Parcerias Estratégicas, Eliane Detoni, explica que “A inovação introduzida no âmbito da Parceria Público-Privada do Hospital Regional (HRMS) inaugurou uma nova modalidade de garantia no portfólio de projetos do Estado”.
Detoni reforça a importância da análise pontual para cada projeto realizado pelo EPE, “a replicação em futuras parcerias não se dará de forma automática, claro que será base de análise de cada futuro projeto, mas para isso serão consideradas as características econômico-financeiras, o perfil de riscos e as condições de mercado aplicáveis”.

